Não Deixe seu Filho se Transformar em um “Mini-chato”

March 3rd, 2010 by Carlos

Matéria de “A Gazeta” de Vitória (ES) de 28/02/2010

gazetaES


Mais uma vez… Pertinens

February 2nd, 2010 by Carlos

A revista Veja 2150 nas “páginas amarelas” trouxe uma entrevista com Jerome Kagan sobre o desenvolvimento infantil. Como tudo que aparece na Veja se torna “verdade” (macLuhan), vamos comentar alguns pontos que foram abordados:

1 – Ansiedade – De certa forma ele defende a ansiedade e apóia sua tese com argumentos insólitos como, por exemplo, que na nossa origem a hipervigilancia foi fator decisivo na luta contra os predadores. Diz também que as pessoas ansiosas são muito responsáveis e conscientes.

No meu modo de ver se algo foi importante na luta de nossos ancestrais, contra seus predadores,   »» leia o texto completo »»


Educação Sexual ou Sócio-afetiva?

January 31st, 2010 by Carlos

O fato da Inglaterra introduzir o ensino da reprodução humana para crianças de 7 anos pode gerar pressões para que no Brasil, onde as escolas oferecem Educação Sexual aos adolescentes, seja reduzida a idade de abrangência desse ensino.
Seria ótimo se tivéssemos também pressão para que esse ensino ao invés de tratar da diversidade sexual e ensinar métodos de evitar a gravidez, tratasse também, como na Inglaterra, sobre relacionamento afetivo, união duradoura, casamento, a importância dos vínculos. Caso isso não aconteça estaremos apenas antecipando o momento onde os jovens iniciam a vida sexual.


Geyse e o Puritanismo

November 2nd, 2009 by Carlos

O episódio hipercomentado da aluna da UNIBAN nos remete à superficialidade com que essas questões acabam sendo analisadas.

Será que os alunos (e alunas) da UNIBAN, ao menos do campus SBC são tão puritanos? Será que as alunas não usam minisaia? Serão todos castos? Como a resposta é negativa a essas questões, então obviamente Geyse não foi hostilizada pelo vestido curto ou “vestimenta inadequada” conforme se falou.

Da mesma forma que o uniforme profissional feminino é uma calça preta há ao menos uma década, o uniforme universitário feminino é, no máximo, “jeans”, a não ser em guetos “de vanguarda” onde as alunas desfilam alternativas mais chocantes de se provarem “despossuídas”, como, por exemplo, calças de pijamas.

A roupa pode ter sido então o fator desencadeador das demonstrações de como aquele grupo   »» leia o texto completo »»


Amor Compulsório

October 5th, 2009 by Carlos

O jornal O Estado de São Paulo publicou matéria em 20/09/2009 sobre o projeto de lei que prevê indenização para o pai que se fizer ausente na vida do filho.

Naturalmente a forma como o projeto trata a questão deve gerar polêmica, porém é louvável que esse tema entre em discussão, pois talvez em algumas décadas tenhamos então a formação “moral” (efetivamente: a formação da sensibilidade emocional) dos adolescentes no ensino médio, futuros pais e mães.

Por favor senhores congressistas discutam o tema!

Professores, educadores, discutam o tema, pois o relacionamento nutriente não é conseguido através de leis e penas pela sua não existência, mas a sensibilidade emocional que permite a existência do afeto pode (e deve) ser desenvolvida durante a formação do indivíduo.

Escreva ao seu parlamentar e ofereça a ele a sua opinião.


A Boa Escola

September 14th, 2009 by Carlos

Circula entre estudantes de Engenharia a piada que conta a história na qual um profissional foi contratado para, baseado no projeto de uma máquina que processava grãos de soja, elaborar um semelhante em escala menor. Entregue o projeto e construída a nova máquina, ela não funcionou e depois de longa análise descobriu-se que todo o projeto foi reduzido em escala e, portanto, como os grãos de soja utilizados em ambas as máquinas eram do mesmo tamanho, não eram processados adequadamente na máquina menor.

No campo social e especificamente no educacional vivemos uma situação semelhante sendo evidente alguns problemas como:

-         um grande número de crianças com problemas de aprendizagem.   »» leia o texto completo »»


MÃE: MULHER MEDÍOCRE

September 3rd, 2009 by Carlos


We make her paint her face and dance,

(Woman Is The Nigger Of The World, John Lennon)

Abaixo o soutien! Esse era o grito de guerra nos EUA, estimulado por Betty Friedan. Na época representava a liberdade sexual feminina, que vinha apoiada pela pílula anticoncepcional. O enfoque que servia como argumento principal para o movimento social chamado de libertação feminina, que mobilizou a sociedade nas décadas de 60 e 70 do século passado, era o poder masculino que mantinha a mulher restrita intelectualmente por limitar-se aos trabalhos domésticos. Naturalmente o movimento obteve grande repercussão pelo ativismo de Betty Friedan, mas tinha um grande respaldo intelectual no restante do mundo como, por exemplo, de Simone de Bouvoir, na França. O sutiã, símbolo do movimento, sugeria uma suposta imposição masculina de uma restrição à mulher, em nome da estética e/ou do erotismo.

Isso soa agora como história, porém esse movimento alterou de forma significativa a sociedade em poucas décadas e continua a provocar mudanças.

- O erotismo ainda faz com que a mulher se submeta a condições nada desejáveis haja vista a ditadura da magreza das modelos, a publicidade de modo geral e o reflexo popular disso tudo nas canções popularescas (vide Bonde do Tigrão, Tapinha não Dói).

- O mercado de trabalho, no entanto, se abriu e a mulher hoje, apesar de ainda ser recebida com preconceito em algumas áreas, já ocupa posições de destaque. O movimento ainda está em curso!

- Na educação assistimos a presença feminina superar a masculina em grande parte das salas de aula dos cursos superiores.

- Salarialmente as mulheres ganham menos que os homens e, o que é pior, a entrada desse grande volume de mão-de-obra fez com que os salários baixassem de modo geral.

- Uma desejada equiparação de direitos surgiu equivocadamente como “igualdade” o que acarreta imensas dificuldades no relacionamento afetivo-sexual.   »» leia o texto completo »»


Dos Comentários sobre “O Poder dos Pais”

August 20th, 2009 by Carlos

A Liliane escreveu um “post” comentando sua leitura d’O Poder dos Pais. Gostei muito de ler seus comentários pois dos pontos que ela citou, se ressalta o que é básico no meu livro: o mais importante para a “formação” dos filhos é a qualidade dos vínculos que estabelecemos com eles!
Dê uma olhadinha e comente.


Voltando

July 12th, 2009 by Carlos

Mês difícil Julho. Agosto não muito menos… mas ao menos já estamos na casa nova. Falta ainda a pintura? Alguns armários? Aquele box? Objetivamente: há links a serem refeitos, imagens a serem incluídas e outros acertos mas tanto o site quanto o blog estão no novo endereço www.vinculum.com.br e www.vinculum.com.br/filhos
O que aconteceu? Bem, eu registrei a URL PSIC em 1997 porém em 2004 o INPI deu o registro da marca PSIC para uma empresa e esta, através de um advogado, me informou que eu estava fazendo uso indevido desse nome (PSIC).
Como você eu também gosto de justiça mas não acredito que ela seja feita com as leis e processos. Por isso resolvi mudar minha URL; registrei PSYC e depois pensei que poderia ter o mesmo aborrecimento – registrei PROPSIC e depois descobri que há uma clínica com esse nome (que também não registrou a URL mas quem sabe um dia…). Finalmente registrei a URL VINCULUM que reflete a essência do meu trabalho e… estamos voltando.
Aos poucos, ainda com falhas a corrigir e sem os vínculos virtuais construídos nesses 12 anos… mas estamos voltando.
É bom tê-lo(a) aqui!

Ah, em tempo! Se você encontrar um link que não funciona, uma imagem que não aparece… me avise!


Valores, Caráter, Moral, Ética

June 19th, 2009 by Carlos

Além dessas palavras, valorizo a sensibilidade e empatia, para que a sociedade possa tornar-se mais construtiva e agradável. Por isso destaco, dos comentários que tenho buscado sobre meu mais recente livro “O poder dos Pais no Desenvolvimento Emocional e Cognitivo dos Filhos”, um que não se refere à inovação ou atributos tipicamente acadêmicos, e sim à efetiva transmissão de uma idéia:

Uma pessoa comentou que gostou do livro porque através dele percebeu a importância do seu papel na formação do caráter do filho.

Todos nós sabemos da importância desse papel, porém não nos damos conta dessa importância e mesmo esquecemos que devemos colocá-lo em prática. A pessoa que fez esse comentário foi despertada pela leitura do livro para a necessidade de que era dela esse papel e que se não o exercitasse, o caráter de seu filho seria formado pelo “modo de ser” de outras pessoas (babá, empregada, “tias” da escolinha).

Com isso sinto que atinjo meu objetivo ao publicar esse livro: divulgar informações que podem estar “esquecidas” ou adormecidas… e precisam ser despertadas! Afinal, são “os pais que forma a mente dos filhos”!

Envie também seu comentário sobre o livro.